Rabiscando que se aprende

Bom dia, imbatíveis!

Quantas vezes você já foi pego rabiscando, naquela aula chata de “História da arte e Estética” e foi repreendido pelo professor? Ou então, enquanto estava ao telefone e rabiscou diversos desenhos que até hoje você não sabe o que significa.

Pois é, o que antes era classificado como distração, falta do que fazer, “vagabundagem”, hoje é defendido como uma forma de melhorar a memória e estimular a criatividade. Empresas como: Dell e Disney estão estimulando os seus funcionários a rabiscarem no trabalho e ainda pagam consultores para ajudá-los.

A Norte-Americana, Sunni Brown, autora do livro The Doodle Revolution (A revolução dos rabiscos) é uma das defensoras da tese. Brown foi nomeada uma das 100 pessoas mais criativas em negócios e uma das 10 pessoas mais criativas no Twitter pela Fast Company. Segundo Sunni, devemos rabiscar pelos seguintes motivos:

Por quê: Conforme citado acima, estudos mostram que, rabiscando, você ajuda a sua memória a reter informações, além de estimular a criatividade. A mente em contato com a linguagem visual permite um acesso neurológico diferente do modo lingüístico. Exemplo: Você precisa criar um layout diferente de tudo que você já fez, logo, você não pode buscar inspiração onde está acostumado a buscar, pois surgiram as mesmas ideias. Pensando de maneira visual, você usa um meio diferente, quebra o bloqueio criativo que sua mente criou e foge do óbvio.

Quando: Não tem um horário exato para começar a rabiscar, mas se conseguir dar aquela rabiscada no meio de um seminário ou de uma apresentação, seria uma boa. Segundo Brown, quando você está num seminário e tenta escutar o que o palestrante fala e anotar ao mesmo tempo, você não presta atenção em tudo, pois as duas atividades competem. Rabiscando, no entanto, não compete com o que estamos ouvindo, então acaba ajudando na aprendizagem.

Como: Para seu rabisco ser efetivo você não precisa ser um Mauricio de Sousa ou um Walt Disney. Na verdade, você deve abusar da criatividade sem se preocupar com o resultado final. Mas Brown recomenda o uso de formas básicas como pontos, linhas, arcos, ângulos, triângulos, entre outras formas. Assim, você constrói uma espécie de alfabeto visual.

Nunca proíba seu filho de rabiscar. Se ele não puder desenhar na parede, compre diversos cadernos de desenho e os espalhe por toda a casa. A criatividade agradece!

Até a próxima, amigos!

Equipe Futura Imbatível
www.futuraim.com

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